Revista Memória nº 5 registra Congresso Copedem 2025 e amplia debate sobre tecnologias inteligentes no Sistema de Justiça

Já está disponível a Revista Memória (Ano 04, nº 5), edição que documenta os principais destaques do Congresso Copedem 2025 e dá continuidade aos debates sobre o impacto das tecnologias inteligentes no universo jurídico. O evento foi realizado, de 10 a 12 de abril, no Rio de Janeiro, com o tema “Construindo o futuro com tecnologias inteligentes: perspectivas contemporâneas no desenvolvimento do sistema judicial, do direito e dos negócios”.

Ao reunir representantes do Judiciário, da academia, da iniciativa privada e de instituições parceiras, o Congresso propôs reflexões sobre os caminhos possíveis para o futuro digital da Justiça. As discussões abordaram temas como Inteligência Artificial Generativa, Decisões Judiciais Automatizadas, Ética, Regulação da IA, Cibersegurança, Proteção de Dados, Blockchain, Contratos Inteligentes, além dos Desafios Tecnológicos nas Áreas da Saúde, Finanças, Agronegócio e Educação Judicial.

O presidente do Copedem e diretor geral da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), desembargador Marco Villas Boas ressaltou a importância de uma inovação comprometida com valores institucionais.

“A Inteligência Artificial deve estar a serviço da cidadania e do fortalecimento da democracia”, afirmou.

Para o magistrado, o encontro também foi “fundamental para refletirmos sobre o impacto das tecnologias emergentes na Justiça e pensarmos juntos soluções regulatórias, pedagógicas e institucionais”. A Revista Memória nº 5 estende o legado do Congresso ao promover a circulação das ideias discutidas, com artigos e blocos temáticos que percorrem múltiplas abordagens do tema.

No editorial, Lourdes Gonçalves, CEO do Memory e editora-executiva da publicação, define o Congresso como um marco de convergência entre saberes.

“Mais do que mapear tendências, este Congresso foi um convite à ação. Uma convocação para que o Direito, a Justiça e os negócios caminhem juntos na missão de assegurar que a Inteligência Artificial seja uma aliada da democracia, da equidade e da inovação responsável”, acrescentou.

A realização do Congresso teve coordenação Centro de Memória Jurídica – Memory –, com apoio de instituições como o Superior Tribunal de Justiça (STJ), Escola Nacional da Magistratura (ENM), Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), Justiça do Trabalho, Esmat e universidades.

A Revista completa está disponível para acesso digital neste link.


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