Segunda turma da Oficina de Linguagem Simples capacita servidores(as) da Corregedoria para comunicação mais clara

Foto: Hodirley Canguçu

A Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat) realizou, nos dias 26 e 27 de fevereiro, a segunda turma do curso “Oficina Linguagem Simples”, destinada a magistrados(as), servidores(as) e estagiários(as) do Poder Judiciário Tocantinense lotados(as) na Corregedoria-Geral da Justiça.

A formação foi coordenada pelo juiz Marcelo Laurito Paro e conduzida pelos facilitadores André Vinicius D’i Oliveira Gomes e Lucas Ferreira Gomes. Durante os encontros, os(as) participantes estudaram os fundamentos da Linguagem Simples, analisaram barreiras de comunicação em textos institucionais, conheceram técnicas de escrita clara e participaram de atividades práticas de reescrita de documentos e de comunicados utilizados no dia a dia do Judiciário.

O facilitador Lucas Ferreira Gomes destacou que os dois dias de oficina evidenciaram um ambiente favorável à incorporação da linguagem simples nas rotinas do Tribunal e da Corregedoria. Segundo ele, simplificar a comunicação não significa empobrecer o conteúdo, mas ampliar a compreensão.

“Quando simplificamos a comunicação, promovemos mais transparência, mais eficiência e mais respeito com o(a) cidadão(ã) e com os(as) próprios(as) servidores(as). Inovar também é tornar o complexo compreensível. A linguagem simples é uma ferramenta de transformação institucional que aproxima o Judiciário das pessoas e reduz barreiras invisíveis que dificultam o entendimento das decisões e dos procedimentos”, ressaltou.

Para o servidor Sandro Bandeira, o curso contribuiu para a reflexão sobre a forma como os textos institucionais são produzidos.

“O curso foi muito importante para nós, servidores(as) da Corregedoria, porque nos mostra a necessidade de levar a linguagem simples para o nosso dia a dia. Muitas vezes, ficamos restritos ao nosso setor e acabamos usando o juridiquês sem perceber. A oficina nos fez refletir sobre isso e entender que precisamos nos comunicar de forma mais clara e acessível. Com a linguagem simples, conseguimos atender ao público de maneira melhor, mais próxima e mais eficiente”, afirmou.

A iniciativa está alinhada à Política Nacional de Linguagem Simples, instituída pela Lei nº 15.263, e integra as ações voltadas à adoção de uma comunicação mais clara, direta e compreensível no âmbito do Poder Judiciário.


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